Plataforma Mobileum • representada no Brasil pela Eficácia

Todos os indicadores do órgão em um só painel. E um alerta antes que o problema vire prejuízo.

RAID Business Assurance — gestão de indicadores, dashboards e garantia de processos

O RAID lê os dados dos sistemas que o órgão já tem — arrecadação, contratos, folha, compras, atendimento — e devolve uma única visão: indicadores contra metas, alertas para o responsável e um caso aberto para cada desvio, com trilha de auditoria do início ao fim.

6operadoras brasileiras usam ou usaram o RAID — Oi, GVT, Claro, Telefônica, NET e TIM
450+indicadores (KPIs) em uma única implantação, mantidos por equipe de 3 pessoas
97verificações automáticas por dia substituindo conferências manuais entre sistemas
Painel do Gestor · Visão consolidada Atualizado há 2 min Arrecadação do mês R$ 48,2 mi ▲ 2,6% acima da meta Contratos a vencer (30 d) 7 2 sem aditivo iniciado Divergências cadastro × pagto 312 +41 hoje · prioridade alta Folha: inconsistências 0,4% meta ≤ 0,5% Arrecadação diária × meta últimos 30 dias · R$ mil meta 1102030 Alertas abertos 12 ativos Pagamento sem empenho há 12 min · Financeiro Contrato 041 vence em 9 dias há 1 h · Gestão de contratos Nota fiscal duplicada há 3 h · Compras Carga diária concluída 06:00 · 14 fontes · 100% Conciliações do dia 97 / 97 verificações executadas Casos resolvidos no prazo 92% meta 90% · mês atual Fontes de dados integradas 14 / 14 sistemas lidos hoje
Simulação ilustrativa de um painel do RAID configurado para um órgão público

Dados em todo lugar, indicador em nenhum

O órgão tem sistema de arrecadação, de contratos, de folha, de compras, de atendimento. Cada um guarda a sua parte da verdade. Ninguém enxerga o todo — e quando enxerga, já é tarde.

Sistemas que não conversam

O pagamento está em um sistema, o empenho em outro, o contrato em um terceiro e o cadastro do fornecedor em um quarto. Uma divergência entre eles — a nota paga duas vezes, o serviço pago sem contrato vigente, o servidor na folha sem vínculo ativo — não aparece em nenhum dos quatro. Só no cruzamento.

O indicador montado à mão

Toda segunda-feira alguém extrai relatórios, cola em planilha, confere, ajusta e manda por e-mail. O número chega dias depois do fato, com a confiabilidade de quem o digitou, e ninguém sabe exatamente de onde veio cada célula. Quando a pessoa sai de férias, o indicador para.

Descoberta na auditoria, não no dia

O problema que custaria uma correção simples em março é descoberto pelo controle interno em novembro — ou pelo tribunal de contas dois anos depois. O prejuízo já se consolidou, e o gestor responde por algo que não teve como ver.

Um BI mostra o número. O RAID valida o número, compara com a meta, avisa quem pode agir e registra o que foi feito. É a diferença entre um relatório e um sistema de garantia — e é exatamente essa diferença que as maiores operadoras do país compraram há vinte anos.

O painel que o gestor monta sozinho — e que avisa quando a meta foge

O coração do RAID é um motor de indicadores ligado a um portal de painéis. Quem define o que medir é o gestor, em tela de arrastar e soltar, sobre dados que o sistema já validou.

Motor de indicadores (KPIs)

Cada indicador tem conceito, periodicidade e meta definidos pelo próprio usuário. O motor calcula o histórico, compara com a meta e ainda projeta o comportamento futuro por regressão — o gestor vê para onde o número caminha, não só onde está.

Sensores de negócio

Um semáforo por indicador: verde dentro da meta, amarelo em alerta, vermelho fora. Funcionam no celular e no tablet — o secretário acompanha os indicadores críticos de onde estiver, e desce ao detalhe com um toque.

Balanced Scorecard

Liga os objetivos estratégicos do órgão aos indicadores operacionais, com pesos diferentes para cada um. A alta gestão enxerga como os riscos do dia a dia afetam o resultado institucional — e compara o atual com o histórico.

Painéis que o usuário monta

Gráficos, listas, mapas e indicadores combinados em telas configuradas na hora, sem programador, com filtros e drill-down entre telas. Cada painel pode ser compartilhado como PDF, imagem, link ou planilha — com anotações.

Relatórios agendados e assinados

Relatórios em PDF gerados automaticamente na data certa, para a pessoa certa — assinados digitalmente e com carimbo de tempo. O relatório mensal da fiscalização sai sozinho, sempre com a mesma fonte.

Mapas, infográficos e progresso

Equipamentos, unidades, ocorrências e transações distribuídos no mapa, cartões visuais responsivos e barras de progresso contra a meta. Base natural para um Centro de Controle e Operação do órgão.

De onde vem cada número do painel Nenhum indicador do RAID é digitado. Cada um tem origem, regra, meta e consequência rastreáveis. 1 · Fonte sistemas que o órgão já usa, lidos todo dia 2 · Regra validação automática entre sistemas 3 · Indicador calculado, com histórico e projeção 4 · Meta definida pelo gestor, com faixas de cor 5 · Alerta para quem pode agir, com prioridade 6 · Caso prazo, dono e trilha de auditoria EXEMPLO · PAGAMENTOS A FORNECEDORES Financeiro (SIAFI ou equivalente), contratos e notas fiscais Todo pagamento precisa de empenho, contrato vigente e nota única Pagamentos conformes 98,7% no mês Meta: 99,5% ou mais Amarelo abaixo de 99,5% Vermelho abaixo de 98% Alerta amarelo enviado ao gestor financeiro e ao fiscal do contrato Caso nº 4412 prazo: 5 dias status: em análise Um relatório mostra o 98,7%. O RAID explica de onde veio, avisa que está abaixo da meta e acompanha até a correção.
Anatomia de um indicador: do dado bruto à ação, tudo rastreável

Cinco passos, do dado bruto à ação

O RAID funciona como uma camada por cima dos sistemas do órgão. Ninguém troca de sistema; o RAID lê o que já existe e devolve controle.

1

Colete

Lê qualquer fonte do órgão, no formato em que ela estiver, em carga agendada ou contínua.

  • Bancos de dados, arquivos, planilhas Excel, JSON, filas de eventos (Kafka), big data
  • Fluxos de carga desenhados em tela de arrastar e soltar, com trilha de auditoria completa
2

Monitore

Aplica as regras de validação entre sistemas, todos os dias, do mesmo jeito.

  • Conciliações criadas por assistente visual passo a passo
  • Rastreabilidade de cada validação até o dado que a originou
3

Notifique

Avisa a pessoa certa assim que o desvio aparece — não no fechamento do mês.

  • Prioridade configurável, escalonamento automático e proteção contra enxurrada de alertas
  • Indicadores, sensores e scorecards no portal, no celular e por e-mail
4

Descubra

Deixa o analista investigar a causa sem depender de TI nem de estatístico.

  • Bancada de investigação com consultas salvas e anexadas ao caso
  • Análise de vínculos entre entidades (fornecedores, servidores, pagamentos)
5

Atue

Transforma cada desvio em um caso com dono, prazo e histórico.

  • Fluxos de tratamento (BPMN) por tipo de caso, com tarefas para outras equipes
  • Linha do tempo completa: quem viu, quem decidiu, o que foi feito
Os sistemas continuam onde estão. O controle passa a existir. O RAID lê as fontes do órgão, valida, avisa e acompanha — sem substituir nenhum sistema FONTES DO ÓRGÃO Arrecadação e financeiro Contratos e fornecedores Folha de pagamento Compras e estoque Atendimento ao cidadão Sensores, câmeras e GPS PLATAFORMA RAID 1 Coletelê e padroniza todas as fontes 2 Monitorevalida regras entre sistemas, todo dia 3 Notifiqueindicadores, metas e alertas priorizados 4 Descubrainvestigação da causa, sem programar 5 Atuecaso com dono, prazo e histórico O QUE O GESTOR RECEBE Painéis e indicadores contra metas, no portal e no celular Alertas ao responsável no dia do desvio, com prioridade Casos com trilha de auditoria quem viu, quem decidiu, o que foi feito Relatórios assinados PDF agendado, com carimbo de tempo Uma única versão da verdade para gestão, fiscalização e controle interno — construída a partir do que o órgão já tem.
O ciclo completo: fontes do órgão entram, controle sai
O RAID não substitui nenhum sistema do órgão. Ele lê todos eles, cruza o que nenhum consegue cruzar sozinho e devolve uma única versão da verdade — a mesma para o gestor, para a fiscalização e para o controle interno.

Onde o RAID entra no setor público

As mesmas regras que garantem a receita de uma operadora garantem a arrecadação, os contratos e a folha de um órgão. Muda o dado; o método é o mesmo.

Garantia de arrecadação

"Tudo o que foi lançado foi cobrado? Tudo o que foi pago foi baixado?"

  • Conciliação cadastro × lançamento × pagamento × baixa, dia a dia
  • Indicador de arrecadação contra meta, por tributo, região e período
  • Alerta de queda atípica ou de contribuinte que sumiu da base

Contratos e fornecedores

"Pagamos o que foi contratado, entregue e atestado — e só isso?"

  • Conciliação pedido × nota × atesto × pagamento × contrato
  • Vigências, saldos, aditivos e SLAs em um painel com semáforo
  • Nota duplicada, pagamento sem empenho e fornecedor irregular detectados no dia

Folha de pagamento

"Cada valor pago corresponde a um vínculo ativo e a uma regra válida?"

  • Cruzamento folha × cadastro funcional × frequência × afastamentos
  • Duplicidades, acumulações indevidas e rubricas fora do padrão
  • Indicador mensal de inconsistências com meta e tendência

Compras e estoque

"O que foi comprado foi entregue, entrou no estoque e foi consumido no padrão?"

  • Consumo por unidade comparado ao padrão esperado — o desvio aparece
  • Faturamento sem entrega e entrega sem pedido
  • Lição do caso hospitalar: 2% a 6% de perda invisível até ser medida

Atendimento ao cidadão

"Os pedidos e reclamações são resolvidos no prazo que prometemos?"

  • Tempo de resolução por tipo, unidade e canal, contra o prazo legal
  • Reincidência e fila parada identificadas antes da ouvidoria
  • Painel público ou interno com os mesmos números

Centro de Controle e Operação

"O que está acontecendo agora, em cada unidade, em um só lugar?"

  • Frota (GPS), câmeras, sensores IoT e sistemas no mesmo painel e no mapa
  • Alertas em tempo real roteados para a equipe de campo
  • Indicadores operacionais da hora, do dia e do mês

Cenários de aplicação derivados dos módulos de Business Assurance do RAID (garantia de custos de fornecedores, cobrança, tratamento de pedidos, força de trabalho e equipamentos) e das capacidades mapeadas pela Eficácia para o setor público. O desenho final dos indicadores é feito com cada órgão.

Resultados comprovados: no Brasil e no mundo

O RAID roda no Brasil desde 2004, nas maiores operadoras do país. Antes de chegar ao setor público, provou em telecom e em saúde que o método funciona onde há muitos sistemas e muito dinheiro em jogo.

Oi / Telemardesde 2004 GVThoje Vivo Claro TelefônicaVivo NET2011 · como serviço TIM Brasil
2004 · Telemar (hoje Oi)

A maior operadora fixa do país integra seus controles

Com cerca de 16 milhões de clientes, a Telemar adotou o RAID para manter a consistência entre os sistemas de rede e de negócio e monitorar o fluxo de receita de forma automática — o mesmo desafio de um órgão com dez sistemas que não conversam.

"A utilização do RAID como ferramenta dedicada, altamente configurável, significa que podemos integrar os nossos controles." Paulo Gonçalves, vice-presidente da Telemar — Jornal de Negócios, jul. 2004
2011 · NET

RAID como serviço, sem investimento inicial

A NET contratou o RAID como prestação de serviço, sem Capex: o software rodou no centro de soluções do fabricante em Florianópolis e a operadora acompanhou tudo por um painel de controle on-line. Foco: evitar cobranças duplicadas e pagamentos incorretos. É o modelo mais direto para órgãos sem equipe de TI dedicada.

"Para evitar gastos com Capex, a Net optou por fazer um contrato de prestação de serviços." Bárbara Gurjão, diretora de vendas e marketing da WeDo — TELETIME, dez. 2011
2005–2021 · GVT, TIM e Oi

Indicadores no painel — e no celular do gestor

Nas implantações brasileiras, os controles típicos foram a conciliação cadastro × rede × faturamento, a margem custo × receita e o acompanhamento da cadeia completa, do evento até a fatura, com dashboards de indicadores por área. Desde 2011 o RAID leva os indicadores à tela do iPhone e do iPad, com níveis de acesso por cargo.

"Dá para identificar até mesmo a queda de alguma central e acionar o responsável através do aplicativo." Bárbara Gurjão, WeDo — Mobile Time, nov. 2011

Fontes: Jornal de Negócios (2004) · TELETIME (2011) · Mobile Time (2011). A WeDo Technologies, criadora do RAID, integra a Mobileum desde 2019.

O que aconteceu onde o RAID foi implantado

Cinco estudos de caso publicados pelo fabricante e por seu parceiro de saúde. Setores diferentes, o mesmo padrão: menos conferência manual, mais indicadores e problemas descobertos em horas.

TelecomZAIN · Kuwait

De reativo a preventivo em seis meses

Transações só eram verificadas dois dias depois; novas fontes de receita levavam de 3 a 5 meses para entrar no controle; conferências manuais atrasavam tudo.

8% → <1%discrepâncias na conciliação financeira em 6 meses
97verificações automáticas por dia
8×menos discrepâncias detectadas
~3 sem.para integrar uma nova fonte (antes: 3 a 5 meses)
"Os problemas passaram a ser descobertos e tratados em horas, não em dias ou semanas."Estudo de caso Mobileum — ZAIN Kuwait
TelecomBanglalink · Bangladesh

450 indicadores mantidos por três pessoas

Crescimento acelerado, perda de receita crescente e equipes de TI e controle gastando mais tempo do que podiam em conferências.

450+indicadores e 30 pontos de controle implantados
1,1 miregistros processados por dia, em 17 formatos
US$ 150 mileconomizados por mês
3pessoas mantêm todo o sistema
"A implantação foi tão efetiva que tivemos achados de negócio já na fase de homologação."Mohamed Selim, gerente sênior de Billing e Aplicações de TI, Banglalink
TelecomTELUS · Canadá

Um painel, várias áreas

Precisava detectar e alertar em até 5 minutos sobre transações de cobrança em tempo real, com gráficos, tabelas e dashboards multidimensionais.

5 minda ocorrência ao alerta
1 painelreaproveitado por operação, controle, fraude, BI e faturamento
"Descobrimos que podemos usar os mesmos indicadores para vários públicos — todos passam a usar os mesmos métodos."Alex Rootham, gerente de arquitetura, TELUS
SaúdeRede hospitalar · Portugal

A perda invisível medida pela primeira vez

Seis hospitais privados, dois em parceria público-privada, 68 clínicas e 2 milhões de atendimentos por ano — processos sem padrão entre unidades e auditoria manual cara.

2% a 3%da receita de ortopedia perdida por unidade (6% em uma delas)
4%dos kits de internação não faturados
"Processos-chave passaram a ser auditados de fato, e riscos emergentes como fraude e desperdício puderam ser interrompidos." A rede criou um departamento dedicado de Business Assurance.Estudo de caso EFFY / RAID Healthcare
SaúdeBon Secours · EUA

De 7 regras a um sistema inteiro em três meses

Glosas por falta de autorização em tratamentos de infusão; o sistema hospitalar já existente registrava a cobrança, mas não confirmava a autorização.

7 → 10regras de monitoramento em semanas, sem perda de desempenho
3 mesesdo piloto regional à expansão para todo o sistema
milhõesem glosas evitadas em uma única área clínica
0sistemas substituídos: o RAID operou sobre o que já existia
"O fato de outros setores complexos do mundo, como telecom, confiarem nessas análises nos deu um nível extremo de conforto."Sheila Kuenzle, vice-presidente de Ciclo de Receita, Bon Secours
Setor públicoBrasil · o próximo caso

O que isso significa para o seu órgão

Em todos os casos, o ganho veio do mesmo lugar: cruzar sistemas que não conversavam, transformar o cruzamento em indicador com meta e avisar alguém no dia. Arrecadação, contratos e folha têm exatamente essa estrutura.

  • ✓  Nenhum sistema precisou ser trocado
  • ✓  Começou pequeno e cresceu com evidência
  • ✓  Equipe enxuta operando centenas de indicadores
  • ✓  Mesmo painel para gestão, fiscalização e controle

Fontes: estudos de caso publicados pela Mobileum (ZAIN Kuwait, Banglalink, TELUS) e pela EFFY Healthcare (rede hospitalar portuguesa e Bon Secours Health System), parceira do RAID na área de saúde. Números e citações reproduzidos dos documentos originais; traduções livres.

Como se implanta — começando pelo que dói mais

O RAID pode ser implantado como plataforma configurável ou com módulos pré-configurados, que já trazem regras, indicadores e painéis prontos. Em qualquer caso, a implantação é em fases: cada uma entrega resultado antes de a próxima começar.

Implantação em fases, cada uma com resultado próprio Prazos indicativos; o desenho final depende das fontes de dados e das prioridades do órgão FASE 1 · PRIMEIRAS SEMANAS Ganhos rápidos Uma área, duas ou três fontes, as conciliações que mais doem e os primeiros indicadores no painel FASE 2 · MESES SEGUINTES Conciliação entre sistemas Cadastro × contratos × pagamentos × folha, registro a registro. Painéis por área, metas definidas com os gestores e alertas roteados para quem pode corrigir. FASE 3 · OPERAÇÃO PLENA Ampliação Novas áreas e fontes a cada ciclo; casos abertos e atribuídos automaticamente; indicadores no celular do gestor; scorecard institucional; relatórios assinados para a fiscalização. O QUE O ÓRGÃO GANHA Uma única versão da verdade para gestão, fiscalização e controle interno. Modelo seguido nas implantações do fabricante: quick wins primeiro, conciliação depois, ampliação com evidência.
Cada fase só começa quando a anterior já mostrou resultado
Fase 1

Ganhos rápidos

Primeiras semanas

Escolhe-se uma área com dor conhecida — pagamentos a fornecedores, por exemplo —, ligam-se duas ou três fontes e sobem as primeiras conciliações e indicadores. O painel já existe no fim da fase.

O que o órgão precisa fazerIndicar a área, o interlocutor e o acesso de leitura às fontes.
Fase 2

Conciliação entre sistemas

Meses seguintes

Cadastro, contratos, pagamentos e folha reconciliados registro a registro. Metas definidas com os gestores, painéis por área e alertas roteados para quem pode corrigir. Casos passam a ter dono e prazo.

O que o órgão precisa fazerValidar as regras e as metas com cada área; designar quem recebe os alertas.
Fase 3

Ampliação

Operação plena

Novas áreas e fontes a cada ciclo, casos automáticos, scorecard institucional, indicadores no celular do gestor e relatórios assinados para a fiscalização e o controle interno.

O que o órgão precisa fazerFormalizar o tratamento dos alertas no fluxo ordinário de trabalho.
Começar pequeno não é cautela, é método. Na Banglalink, os primeiros achados apareceram ainda na homologação da Fase 1; na Bon Secours, o piloto em uma região virou projeto de todo o sistema em três meses. O RAID cresce quando prova — e só por isso cresce.

O que o órgão precisa ter

  • Acesso de leitura às fontes — banco de dados, arquivos, planilhas ou serviços; o RAID lê o formato que existir
  • Um interlocutor institucional por área envolvida, para validar regras e metas
  • Infraestrutura à escolha — nos servidores do órgão, em nuvem privada ou como serviço operado pela Eficácia, como fez a NET
  • Nenhuma troca de sistema — o RAID se integra ao que já existe e opera em paralelo

O papel da Eficácia

  • Representação e licenciamento no BrasilRepresentante da plataforma RAID (Mobileum, ex-WeDo Technologies) para o setor público brasileiro.
  • Levantamento dos indicadores com o órgãoMais de 15 anos e 100 contratos públicos definindo métricas, metas e indicadores de desempenho em órgãos federais e estaduais.
  • Implantação e integraçãoConexão às fontes, regras de conciliação, painéis e fluxos de caso — em fases, com resultado a cada entrega.
  • Capacitação e transferênciaA equipe do órgão aprende a criar seus próprios indicadores e painéis; documentação e base histórica ficam com o contratante.
1.000+ clientes da Mobileum no mundo 5.000+ riscos e controles catalogados no RAID 9 Certificado TM Forum Frameworx e Business Metrics Automation Nuvem, híbrido ou local — os dados podem ficar dentro do órgão

Dúvidas comuns sobre o RAID

Não encontrou a resposta que procurava? Escreva para marcio@efor.com.br — a conversa inicial é simples e sem compromisso.

Agendar uma conversa
O RAID é só para empresas de telecomunicações?

Nasceu lá — e roda no Brasil desde 2004 nas maiores operadoras do país. Mas o mesmo motor já audita redes hospitalares na Europa e nos Estados Unidos, com os mesmos resultados. O que muda de um setor para outro é a regra de validação e o indicador; a plataforma é a mesma. Arrecadação, contratos e folha têm exatamente a estrutura que o RAID foi feito para controlar: vários sistemas, muito volume, e divergências que só aparecem no cruzamento.

Já temos um BI. Para que serve o RAID?

O BI mostra o número. O RAID valida o número antes de mostrá-lo, compara com a meta, avisa quem pode agir, abre um caso com prazo e registra o que foi feito. Um complementa o outro: muitos órgãos mantêm o BI para análise e usam o RAID como camada de garantia — e os painéis do RAID podem exportar para o BI existente.

Precisamos trocar os sistemas atuais?

Não. O RAID lê as fontes que já existem — banco de dados, arquivos, planilhas, serviços — e opera em paralelo. Em todos os cases desta página, nenhum sistema foi substituído. Foi esse, inclusive, o critério de escolha do hospital norte-americano, que já havia investido em um grande sistema de gestão e não queria trocá-lo.

Em quanto tempo sai o primeiro painel?

A Fase 1 foi desenhada para entregar indicadores e conciliações de uma área em semanas, não em anos. Nas implantações do fabricante, achados relevantes apareceram ainda na homologação. O prazo exato depende do acesso às fontes e da complexidade das regras — por isso a conversa inicial começa pelo mapa dos sistemas do órgão.

Quem opera o RAID no dia a dia?

Analistas da própria área de negócio, sem programar e sem estatístico. Os painéis são montados por arrastar e soltar sobre conceitos de negócio já configurados. Em uma das implantações, três pessoas mantêm mais de 450 indicadores. A Eficácia capacita a equipe do órgão e pode operar o sistema como serviço, se preferir.

Os dados saem do órgão?

Só se o órgão quiser. O RAID roda nos servidores do contratante, em nuvem privada ou híbrida. Perfis, permissões, autenticação única e auditoria de quem alterou cada regra e cada caso fazem parte da plataforma. Esse é um dos primeiros temas da conversa técnica.

Veja os indicadores do seu órgão em um só painel

Se você é gestor, ordenador de despesa, controlador interno ou responsável por arrecadação, contratos ou folha, a conversa começa simples: 30 minutos para mapear os sistemas do órgão e mostrar o que o RAID faria com eles.

RAID Business Assurance — plataforma Mobileum (ex-WeDo Technologies), representada e implantada no setor público brasileiro pela Eficácia Organização Ltda., Brasília/DF.