Economia direta
A aferição independente elimina sobremedições e glosa o que não foi entregue. Cada PF pago indevidamente que deixa de ser pago é economia imediata e mensurável.
A Análise de Pontos de Função é o padrão internacional que mede, de forma objetiva e auditável, o tamanho do software que a Administração contrata. Esta página explica — sem jargão — o que é, como funciona e por que os órgãos que medem gastam melhor.
Ninguém contrata a construção de um prédio pagando "por hora de pedreiro", sem projeto e sem medida. Contrata-se por metro quadrado — uma medida objetiva, que qualquer fiscal confere. A APF faz exatamente isso com software.
Mede-se em metros quadrados. O preço por m² é conhecido, comparável entre construtoras e conferível pela fiscalização.
Mede-se em Pontos de Função (PF). Cada consulta, cadastro, relatório e integração que o sistema entrega ao usuário tem um tamanho objetivo, definido por norma internacional (IFPUG).
A aferição independente elimina sobremedições e glosa o que não foi entregue. Cada PF pago indevidamente que deixa de ser pago é economia imediata e mensurável.
Com o preço por PF contratado e a base histórica de consumo, o planejamento anual de TI vira conta de multiplicar — e a LOA deixa de ser chute.
A Lei 14.133/2021 exige medição de resultados; a IN SGD/ME nº 94/2022 e o Roteiro do SISP consolidam a métrica como boa prática. Medir é proteger o gestor que assina.
Cada fatura é lastreada por uma contagem documentada, rastreável até a funcionalidade. Qualquer auditoria — interna ou externa — encontra o caminho completo do gasto.
PF é a mesma régua para todos: permite comparar licitantes na proposta, fornecedores na execução e o seu órgão com o mercado (benchmarks de preço por PF).
Baseline do parque de sistemas, base histórica de contagens e documentação atualizada ficam com o órgão — reduzindo a dependência de qualquer fornecedor.
Um fluxo simples, que se encaixa no processo de trabalho que o órgão já tem — inclusive com metodologia ágil.
O órgão abre a ordem de serviço: um sistema novo, uma manutenção, uma melhoria.
Requisitos, telas e regras de negócio documentam o que será construído — a "planta" da obra.
A Fábrica de Software conta os PF da entrega segundo o manual IFPUG (CPM).
Especialistas certificados CFPS auditam a contagem. Divergências viram glosa antes do pagamento.
O fiscal atesta com base em relatório técnico rastreável — não em confiança.
Fatura = PF validados × preço contratado. Tudo alimenta a base histórica do órgão.
Desenvolve e apresenta a contagem de PF da própria entrega, com a memória de cálculo.
Empresa especializada — como a Eficácia — audita cada contagem com especialistas certificados CFPS/IFPUG e aponta divergências e glosas.
Recebe relatórios gerenciais, atesta com segurança, paga o que foi validado e acumula a base histórica.
Depois de implantada, a métrica vira fonte contínua de indicadores que nenhum contrato por hora consegue oferecer.
Pontos de função contados e auditados, comprovados por atestados de capacidade técnica emitidos pelos próprios órgãos.
Cinco anos ininterruptos de contagem por especialistas CFPS no maior tribunal do país. Renovações sucessivas são o melhor atestado de confiança.
IFPUG + NESMA + SISP no mesmo contrato, baselines de 45.467 PF e o MEETRIKA como ferramenta de gestão — com processos CMMI Nível 3 e ISO 9001 registrados em atestado.
Auditoria das contagens apresentadas pela Fábrica de Software — exatamente o papel de aferição independente descrito nesta página.
Análise e documentação de sistemas legados sem documentação e contagem em projetos com metodologia ágil/SCRUM.
"Todos os serviços prestados com cumprimento satisfatório, sem restrições técnicas ou comerciais."
— Registro comum aos atestados de capacidade técnica emitidos pelos órgãos contratantes
A contagem usa os artefatos que um projeto bem gerido já produz. Quanto melhor a documentação, mais rápida e precisa a contagem — e a própria implantação da APF eleva a qualidade da documentação do órgão.
Artefatos elaborados pela Eficácia a partir das melhores práticas aplicadas em contratos reais.
Modelo em Excel com uma contagem detalhada comentada: funções de dados, transações, complexidades e totais.
Lista de verificação para preparar a documentação de um sistema antes da contagem — novo, manutenção ou baseline.
Estrutura comentada do documento que normatiza a contagem no órgão — o primeiro passo formal da implantação.
Plataforma do Grupo EFOR que gerencia contagens, ordens de serviço, SLAs e glosas. Disponível em SaaS. Solicite uma demonstração para o seu órgão.
Muita resistência à APF vem de experiências mal conduzidas ou de desconhecimento do processo. Aqui vão as respostas francas às objeções mais comuns.
Conversar com um especialistaÉ o contrário: a APF usa a documentação que um projeto bem gerido já deveria produzir. O que ela adiciona é controle sobre o pagamento — e retira a burocracia improdutiva de discutir horas e alocações com o fornecedor a cada fatura.
O serviço de métrica custa tipicamente uma pequena fração do contrato de desenvolvimento — e se paga com as divergências que identifica. Sem contar o ganho não financeiro: segurança jurídica para quem atesta e assina.
Sim. A contagem se aplica por sprint, por release ou por entrega — o Roteiro do SISP orienta o uso em contratos ágeis, e a Eficácia executou exatamente isso na ANATEL. Ágil muda o ritmo da entrega, não a necessidade de medi-la.
Não. Quem conta e audita são os especialistas certificados. À equipe do órgão cabe entender o essencial para gerir — e a transferência de conhecimento (treinamentos, workshops e o Guia de Métricas) faz parte do nosso trabalho.
A implantação começa exatamente por aí: levantamento e documentação dos legados, criação do baseline e do inventário do parque. O órgão ganha a métrica e a documentação que não tinha.
Ótimo sinal: significa que há critério objetivo para discutir. As divergências são resolvidas tecnicamente, à luz do manual IFPUG e do Guia de Métricas do órgão — não no braço de ferro comercial. A palavra final é sempre fundamentada e documentada.